Vigília marca protesto da Educação contra governo do Estado


GREVE
Categoria continua firme, garante presidente do Sintep/MT
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Trabalhadores da Educação fizeram uma passeata até o Palácio Paiaguás para uma vigília (Foto: Sintep)

Os trabalhadores da educação de Mato Grosso seguiram em passeata, nesta quarta-feira (22) de manhã, até o Palácio Paiaguás, onde está localizado o gabinete do governador Silval Barbosa, para uma vigília. Durante todo o dia, com pausa apenas para o almoço, a categoria permanece no local em protesto contra o posicionamento do governo do Estado em relação à greve, deflagrada no dia 06 de junho.

Ainda de manhã, os manifestantes foram recebidos pelo secretário-chefe da Casa Civil de Mato Grosso, José Lacerda, e pelo líder do governo na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Romoaldo Junior, que garantiram intermediar as negociações com o governador a fim de apresentar uma nova proposta.

Assim como no acampamento, a vigília conta com a participação de diversos profissionais da educação do interior do Estado. A professora da rede estadual de Cláudia, a 608 km de Cuiabá, Suzana Antoniezzi, disse que a categoria não aceita ser tratada com indiferença. “Estamos aqui para que o governador saiba que não vamos nos intimidar, pois estamos indignados e mobilizados não só pelo piso salarial, mas pela posse de todos os concursados e hora atividade para os interinos” eszopiclone generic available.

http://himarket.101site.ir/?generic-modafinil Acampamento continua – Mesmo com o feriado e final de semana, os trabalhadores da educação continuarão acampados na Praça Ulisses Guimarães, na Av. do CPA. “A categoria continua firme, seguindo a decisão soberana da assembleia geral”, assegurou o coordenador do acampamento, secretário de Assuntos Jurídicos e Legislativos do Sintep/MT, João Dias de Moura.

Cerca de 200 profissionais da educação estão acampados. A expectativa é que esse número aumente. Para o presidente do Sintep/MT, Gilmar Soares Ferreira, o acampamento representa um espaço de interlocução com a sociedade, além de fortalecer o movimento. Segundo ele, é mais uma oportunidade para esclarecer a população que o argumento utilizado pelo governo do Estado não condiz com a realidade financeira de Mato Grosso. “No início do mês de junho, a Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz/MT) divulgou que o governo do Estado arrecadou uma receita corrente (que financia as despesas) de R$ 3,49 bilhões neste primeiro quadrimestre de 2011, valor 8% superior ao arrecadado no mesmo período do ano anterior”. Na outra ponta, a despesa total ficou 24% menor que o previsto de R$ 3,56 bilhões na Lei Orçamentária Anual (LOA).

Além disso, estudos realizados pelo Sintep/MT demonstram que o piso salarial de R$ 1.312,00 reivindicado pela categoria não ultrapassa sequer o limite de 60% dos recursos educacionais que devem ser gastos com salários.

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